
Evolução, sem revolução. No design, é claro. A Peugeot desde a linha 1998 passa a impressão de se repetir no design. Sem ser repetitiva. Agora, além do bocão, o 307 ganhou um nariz (ou uma língua?) no capô. Brincadeiras à parte, o resultado é excepcional. O desenho vem evoluído e se mantêm a frente dos concorrentes.
Sem contar as necessárias evoluções no interior (o modelo perdia claramente na posição de dirigir para o Golf e Focus, por exemplo), o modelo ganhará novos motores, desenvolvidos em conjunto com a BMW, à exemplo do 207.
Por Guilherme Lopes
Setembro 10, 2007 às 1:15 pm |
O novo peugeot 308, promete… mas o que acho um pouco que fica mal nos carros peugeot e o velocimetro ou mostradores de velocidade passarem a serem com fundo branco ou cromados… o preto sempre fica bem pois da melhor contraste com o volante…. os com fundo claros podem ficar com o tempo sem cor…..melhor seria continuarem a manterem os pretos… de resto a peugeot e uma das melhores marcas do mundo.
Setembro 10, 2007 às 1:18 pm |
Realmente nao difere muito do 307 mas e mais agressivo de design….
Agosto 28, 2008 às 1:25 am |
Realmente o resultado é excepcional. Excepcionalmente feio. Que mania imbecil a de se comentarem valores subjetivos, como beleza no design de um automóvel, como se fossem grandezas quantificáveis e absolutas. Você, ou vocês, acham o design dos Peugeot ’superior’ ao de outras linhas de automóveis? A ‘maioria’ concorda? Ainda que seja esse o caso, como valores estéticos não podem ser mensurados, é impossível afirmar que o design da Peugeot é ‘excepcional’ sem correr o risco de parecer um perfeito imbecil aos olhos de quem acha essas aberrações um atentado ao bom gosto no estilo automotivo…