Curtas 13ª Edição

Innocenti Palio Segundo informações extra-oficiais, a Fiat está estudando colocar no mercado europeu sua antiga sub-marca de veículos baratos: a Innocenti. De acordo com fontes internas da marca italiana, são grandes as chances de, em pouco tempo, começarem a surgir veículos Innocenti na Europa, para concorrer principalmente com o Logan, veículo de baixo custo da Renault que está fazendo sucesso e incomodando as marcas européias no segmento básico de mercado. Ao contrário do que se faz pensar, não seriam novos veículos, e nem simplificações de modelos como Panda e Punto. A Fiat quer vender na Europa, sob esta marca, a família Palio brasileira. Com nível construtivo e acabamento inferiores aos que os clientes europeus exigem de um Fiat, seria uma saída rápida e prática pra rivalizar com o carrinho da Renault. Como curiosidade, é interessante saber que a Palio Weekend brasileira era a opção dos europeus até a chegada da Idea. A picape Strada ainda é exportada para lá. Tudo como Fiat.

Innocenti pra lá, coração novo pra cá Assim como o 2.0 TotalFlex que a VW está preparando (já noticiado aqui), a Fiat também trabalha em um motor novo. A marca está desenvolvendo um novo 1.8, derivado do 1.6 16V do último Palio, pra ser usado nos seus carros. O motor terá 8 e 16 válvulas, com potência estimada de 120 a 140 cavalos, e equipará uma grande linha de produtos da marca. Os primeiros alvos serão os atuais Fiats que usam o 1.8 Powertrain, da Chevrolet. Logo depois os motores se estenderão ao novo Punto e ao seu sedan – o atual projeto D200.

A raposa começa a atacar A linha 2007 do Fox foi o primeiro passo pra aumentar o requinte do modelo. No ano que vem ele ganha algumas mudanças do Fox Europa e da SpaceFox, como os pára-choques e o interior mais requintado e bem-acabado. A perua com pretensões off-road já tem nome quase definido: SpaceFox Crossover. Mas a própria VW admite que o nome pode não ser o ideal, e quem for ao Salão do Automóvel pode sugerir um para a futura versão. O modelo estará exposto por lá, como protótipo, e as vendas são esperadas para o começo do ano. As alterações visuais, porém, serão menores que as do CrossFox: o modelo virá sem protetor frontal e estepe na tampa traseira.

Futuros internacionais A Audi prepara o A1, um compacto menor que o A3 e que será feito na plataforma do próximo VW Polo, a ser lançado em 2009. Levará cinco passageiros (ao contrário do atual A2) e não será tão minivanizado como a categoria vem sendo hoje. Terá tendências mais esportivas, como os carros maiores da marca, e é possível que ganhe derivações.

Já o próximo Corolla hatch está bem mais perto: com o lançamento do modelo esperado para março e as versões sedan e perua já reveladas no Japão, o carro deverá chegar em solo europeu primeiro na versão hatch e depois sedã, ao contrário do Civic. O design será bem parecido com o protótipo Auris mostrado na Salão de Paris, ou seja, um desenho não tão surpreendente quanto o da rival Honda. O próximo passo será a minivan Verso.

Agora sobre a GM, o novo Corsa mal foi lançado em solo europeu e já pensam em sua próxima geração, mais estranho ainda, em solo americano. A gigante-americana pensa em vender o compacto europeu na América do Norte. Sob o logotipo Saturn, será mais um passo da marca pra europeizar a sub-marca e aumentar a oferta de compactos que a GM não tem naquele solo. O design será o mesmo do Corsa, já que “no futuro, de um Saturn para um Opel só mudará o símbolo na grade”, disseram chefes da marca. É esperar para ver…

Luto nacional O mercado brasileiro está perdendo dois grandes carros. O Fiesta Street já não está mais sendo fabricado. Agora, quem quiser um Ford barato terá que partir para o Ka, ou esperar até ano que vem pelo novo popular da marca. Uma pena, visto que o carro era vendido sempre completo, e por baixo preço. As últimas unidades ainda são encontradas em algumas concessionárias. Do mesmo modo, a Renault está ameaçando tirar a minivan Scénic de produção. De acordo com a marca, o segmento de minivans diminuiu muito nos últimos anos, e a pouca procura pelo modelo não está dando o lucro que a fábrica precisa e a demanda que ela exige. As duras palavras foram ditas pelo presidente da marca no país, Jérôme Stoll. Ele ainda admitiu que o Clio pode parar de ser fabricado no Paraná, sendo abastecido no nosso país pela fábrica da marca na Argentina, que fabrica o carro nos mesmos moldes do nosso. De acordo com ele, os cinco novos produtos que a marca promete até 2009 podem causar problemas de capacidade produtiva na fábrica, e a solução mais fácil seria transferir a produção do Clio nacional para o país vizinho, o que ainda seria favorecido pelo câmbio e reajustes salariais dos países.

Texto: Adriano Vieira e Guilherme Lopes

Colaboração: Eduardo S.

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